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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

#dia-a-dia "Aquilo que ninguém mais vê!"

Quando escrevo, nem todas as palavras aparecem, nem todo sentimento é expresso. A emoção fica de fora. A entrada é franca, mas som é baixo.
Não dá pra gritar ou sussurar ao pé do ouvido de cada leitor. A sensação do expectador é morna, quieta e bem diferente do autor ansioso, nervoso e raivoso.
Dos brilhantes mentores, seus pensamentos são passados, de livro à livro, e agora de perfil à perfil. Indiferente de quando, ou onde, mas quem. E como!? Por que... é opcional.
Cada transmissão de carga elétrica, de neurônio à neurônio, passando e se formando o pensamento eternizado. Isso, os poucos, por que dos muitos esquecidos ninguém mais fala.
- Já acabou?
- E o resto?
- Que resto? Pra que continuar, se tudo que precisa é sentir?
De nada adianta mil palavras, e não vale nada uma imagem, sem coração! Sem os olhos de sentimento, e amor. "amor" assim mesmo, em caixa baixa, por que não é aquela paixão disfarçada, que quer consumir tudo, mas é o amor tranquilo, generoso, aquele que é sempre. Aquele amor que não falta, e nem sobra. Aquele amor que tem TUDO 'aquilo que ninguém mais vê!'.

1 comentários:

  1. Sabia que eu precisaria ler DUAS vezes este post.. Lembra de que te falei que tinha ficado preocupada por não ter entendido na primeira leitura? Pois é.. estava precisando sentir o texto. :D

    Beijo, meu amigo..

    Te gosto muitão... zão!

    ;)

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