Quando escrevo, nem todas as palavras aparecem, nem todo sentimento é expresso. A emoção fica de fora. A entrada é franca, mas som é baixo.
Não dá pra gritar ou sussurar ao pé do ouvido de cada leitor. A sensação do expectador é morna, quieta e bem diferente do autor ansioso, nervoso e raivoso.
Dos brilhantes mentores, seus pensamentos são passados, de livro à livro, e agora de perfil à perfil. Indiferente de quando, ou onde, mas quem. E como!? Por que... é opcional.
Cada transmissão de carga elétrica, de neurônio à neurônio, passando e se formando o pensamento eternizado. Isso, os poucos, por que dos muitos esquecidos ninguém mais fala.
- Já acabou?
- E o resto?
- Que resto? Pra que continuar, se tudo que precisa é sentir?
De nada adianta mil palavras, e não vale nada uma imagem, sem coração! Sem os olhos de sentimento, e amor. "amor" assim mesmo, em caixa baixa, por que não é aquela paixão disfarçada, que quer consumir tudo, mas é o amor tranquilo, generoso, aquele que é sempre. Aquele amor que não falta, e nem sobra. Aquele amor que tem TUDO 'aquilo que ninguém mais vê!'.
Sabia que eu precisaria ler DUAS vezes este post.. Lembra de que te falei que tinha ficado preocupada por não ter entendido na primeira leitura? Pois é.. estava precisando sentir o texto. :D
ResponderExcluirBeijo, meu amigo..
Te gosto muitão... zão!
;)